domingo, 27 de setembro de 2026
SAÚDE

Proteção solar em Brasília: como cuidar da pele no clima seco

A proteção solar deve fazer parte da rotina em Brasília, especialmente nos períodos de tempo seco. Saiba como escolher e reaplicar o protetor, além de conhecer outras medidas para proteger a pele.

A proteção solar em Brasília deve fazer parte da rotina, inclusive fora dos dias de lazer. A exposição à radiação ultravioleta pode causar queimaduras, envelhecimento precoce, lesões nos olhos e aumentar o risco de câncer de pele. No Distrito Federal, os períodos de tempo seco também favorecem o ressecamento e a irritação da pele, o que reforça a necessidade de cuidados diários. (bvsms.saude.gov.br)

Por que o protetor solar é importante

Os protetores solares são produtos desenvolvidos para reduzir os efeitos da radiação ultravioleta sobre a pele. Na hora da compra, é importante observar o fator de proteção solar (FPS) e verificar se o produto oferece proteção contra raios UVA e UVB. A Anvisa estabelece critérios para a rotulagem e a comprovação desses níveis de proteção. (bvsms.saude.gov.br)

O uso do produto não deve ser associado apenas à praia ou à piscina. Pessoas que caminham, praticam exercícios, trabalham ao ar livre ou passam longos períodos no trânsito também ficam expostas ao sol. A proteção é especialmente importante para áreas descobertas, como rosto, pescoço, orelhas, mãos, braços e nuca.

Como aplicar o protetor corretamente

O protetor deve ser aplicado de maneira uniforme e em quantidade suficiente antes da exposição ao sol, seguindo as orientações do rótulo. A reaplicação é necessária para manter a proteção, principalmente depois de nadar, suar intensamente ou secar o corpo com toalha. Durante a exposição prolongada, as orientações oficiais também recomendam reaplicar o produto periodicamente. (bvsms.saude.gov.br)

Não é recomendado confiar somente no protetor solar. Mesmo produtos resistentes à água exigem reaplicação, e nenhum filtro oferece proteção total ou permite permanecer indefinidamente sob o sol. O uso correto deve ser combinado com outras barreiras físicas.

Roupas, sombra e horários de maior radiação

Chapéus ou bonés, óculos escuros com proteção contra raios ultravioleta, roupas que cubram braços e pernas e a permanência na sombra ajudam a diminuir a exposição. Sempre que possível, é indicado evitar a exposição direta entre 10h e 16h, período de maior incidência de radiação ultravioleta segundo as orientações de saúde pública. (bvsms.saude.gov.br)

Quem trabalha ao ar livre deve incorporar esses cuidados à rotina e avaliar medidas adicionais, como camisas de manga longa, chapéu de abas largas e pausas em locais protegidos do sol. Crianças também precisam de atenção especial, e o uso de protetor em menores de seis meses deve seguir orientação médica, conforme a regulamentação de rotulagem dos produtos. (bvsms.saude.gov.br)

Proteção solar não substitui hidratação

O protetor solar ajuda a proteger a pele contra a radiação, mas não previne insolação nem substitui a hidratação. Em períodos de baixa umidade, é importante beber água regularmente e observar sinais de ressecamento, irritação ou mal-estar. A proteção adequada combina filtro solar, roupas apropriadas, sombra, redução do tempo de exposição e cuidados com a hidratação. (agenciabrasilia.df.gov.br)

Em caso de queimaduras extensas, bolhas, feridas persistentes ou alterações na pele, a orientação é procurar um serviço de saúde. O protetor solar é uma medida preventiva, mas não substitui avaliação profissional diante de sintomas ou lesões.