Um projeto em análise na Câmara dos Deputados prevê a presença de fisioterapeuta nas equipes de segurança de grandes empresas. A proposta inclui o profissional na estrutura responsável pela segurança empresarial e relaciona a medida aos cuidados com a condição física dos trabalhadores.
O texto muda o foco tradicional da organização dessas equipes ao acrescentar uma função voltada ao acompanhamento fisioterapêutico. Com isso, a atividade de segurança passa a ser tratada também a partir das exigências físicas presentes na rotina dos profissionais.
O que prevê a proposta
O projeto estabelece que grandes empresas deverão contar com fisioterapeuta em suas equipes de segurança. A presença do profissional é apresentada como parte da estrutura destinada à proteção empresarial, ao lado das funções já relacionadas à atuação dos seguranças.
A medida está em tramitação na Câmara e ainda depende do andamento da proposta no Legislativo. Enquanto o texto estiver em análise, a exigência não representa uma regra geral já em vigor para as empresas.
O eixo da proposta é a inclusão do fisioterapeuta na composição das equipes. O profissional passa a ser considerado no planejamento da segurança empresarial por causa da relação entre o trabalho dos seguranças e a necessidade de cuidados voltados à saúde física.
Relação com a rotina dos profissionais
As equipes de segurança desempenham atividades que exigem preparo e acompanhamento compatíveis com as funções exercidas. O projeto associa essa rotina à atuação da fisioterapia, colocando a prevenção de problemas físicos dentro da estrutura de segurança das grandes empresas.
Na prática prevista pelo texto, o fisioterapeuta faria parte da equipe responsável pela segurança empresarial. A proposta, portanto, não trata a fisioterapia como uma atividade separada da organização da segurança, mas como uma função integrada a esse planejamento.
O objetivo descrito na proposta é considerar os cuidados físicos relacionados ao trabalho dos profissionais de segurança. A presença do especialista é vinculada à prevenção de lesões e ao acompanhamento das condições necessárias para o desempenho das atividades.
Impacto na organização das empresas
Se aprovada, a medida poderá exigir mudanças na forma como grandes empresas estruturam suas equipes de segurança. A contratação ou a inclusão de fisioterapeuta passaria a ser considerada no planejamento interno desses grupos, conforme as regras definidas pelo texto que venha a ser aprovado.
A proposta também altera a composição profissional associada à segurança empresarial. Em vez de limitar a estrutura às atividades diretamente ligadas à proteção patrimonial, o projeto inclui uma função especializada em cuidados físicos e prevenção de problemas decorrentes da rotina de trabalho.
A exigência prevista é direcionada às grandes empresas. O alcance da regra, assim como os critérios para sua aplicação, dependerá do conteúdo final da proposta e das etapas de análise no Congresso Nacional.
Tramitação na Câmara
O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Como ocorre com propostas em tramitação, o texto ainda pode passar por avaliação, receber alterações e seguir para outras etapas antes de eventual aprovação.
A discussão na Câmara concentra-se na possibilidade de incorporar o fisioterapeuta à estrutura das equipes de segurança de grandes empresas. O debate envolve a organização desses grupos e a inclusão de medidas relacionadas à saúde física dos profissionais.
Até a conclusão do processo legislativo, a proposta não altera automaticamente as obrigações das empresas. Uma eventual mudança dependerá da aprovação do texto e da entrada em vigor da regra correspondente.
Fisioterapia como parte da segurança empresarial
O projeto aproxima duas áreas que, no texto, aparecem relacionadas: a proteção empresarial e o cuidado com a capacidade física dos profissionais de segurança. A ideia é que o acompanhamento fisioterapêutico seja considerado no próprio funcionamento das equipes.
Com a presença prevista, o fisioterapeuta deixaria de atuar apenas em uma perspectiva externa à segurança empresarial e passaria a integrar a estrutura profissional desses grupos. A proposta vincula essa atuação à prevenção de lesões e ao cuidado físico necessário para a rotina de trabalho.
O texto não cria uma regra imediata para todas as empresas nem modifica, por enquanto, as equipes existentes. A previsão está restrita ao projeto em tramitação e às grandes empresas alcançadas pela medida proposta.
A análise da Câmara deverá definir os próximos passos da proposta. Até que haja uma decisão legislativa, permanece em discussão a possibilidade de tornar obrigatória a presença de fisioterapeuta nas equipes de segurança de grandes empresas.
Fonte: Agência Câmara de Notícias.








